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sábado, 28 de junho de 2014

Uma outra carta do Mr. Darcy para Elizabeth

 

Esta não posso deixar de partilhar aqui!


É a tradução de uma carta escrita pelo Mr Darcy a Elizabeth. Retirei do blog brasileiro 'improvement of mind' da Samanta Fernandes que foi quem fez a tradução de um dos textos que constam no livro 'Pemberley Medley' da Abigail Reynolds. Esse texto baseia-se no seguinte:

 "E se Elizabeth acreditasse nas suspeitas de Charlotte que Darcy está apaixonado por ela e tomasse medidas para tentar desencorajá-lo? Ao invés de serem atraídos um pelo outro, todas as vezes que ele se encontram, eles acham uma nova maneira de se antagonizarem. Em desespero, Darcy resolve escrever uma carta a Elizabeth para transmitir o que ele não consegue falar-lhe. Esta carta é bem diferente da original do livro, mas incrivelmente romântica!"
 
"Rosings, five in the morning

Se esta carta não é para ser entregue às chamas, eu preciso considerar por onde começar. Eu contei-lhe tantas vezes, nos meus sonhos e nestas cartas, da minha ardente admiração pela sua pessoa, o extraordinário prazer que eu obtenho simplesmente de estar na mesma divisão que você, como o som do seu riso traz calor para o meu mundo frio, como os seus olhos brilham quando você me provoca, que é fácil esquecer que eu não usei nada mais do que olhares para comunicar aqueles sentimentos para você na realidade. Mas devo começar por algum lugar e fá-lo-ei pela noite do baile de Netherfield. Eu estava determinado a dançar com você naquela noite, a ter o privilégio de sua atenção por uma meia hora inteira, uma possibilidade tão intoxicante quanto um bom vinho. Por semanas permaneci discreto, ouvindo as suas conversas, notando para quem você sorria e de quem você preferia receber as atenções, o que fazia você sorrir, e como intercedia quando sentia alguém em risco de ser ofendido. Eu queria entender a sua magia, que encanto você usava para me manter escravo, que elemento secreto você possuía que não me permitia desviar o olhar; eu, que tinha olhado para as grandes beldades da sociedade e permanecido impassível.

Vim à Netherfield logo depois de instalar a minha irmã numa casa em Londres, depois do terrível caso do qual você está ciente. Eu nunca fui muito inclinado para eventos sociais, preferindo uma noite tranquila com alguns amigos do que um Baile em Almack, mas naquele momento minha aversão pela sociedade estava em sua maior intensidade. O homem que, embora nós tenhamos nos distanciado, era meu amigo mais antigo tinha me traído da pior maneira possível. Eu não estava com humor para fazer novos conhecidos, e qualquer coisa que me lembrasse caçadoras de fortunas me enraivecia. Eu não me importava com o que pensavam de mim, e sentia pouco prazer em qualquer coisa. Então, um dia, alguém numa festa pediu-me minha opinião sobre algo. Eu respondi concisamente, sem dúvida rudemente, e você virou seus belos olhos para mim e disse: “E enfim o Sr. Darcy deslumbrou o salão com seu conhecimento! Nós todos devemos estar devidamente gratos.” A sua voz risonha pareceu fazer as velas queimarem mais brilhantes, e eu me tornei seu prisioneiro. Mas toda vez que eu tentava aproximar-me de você, você parecia voar para longe. Você se recusou a dançar comigo em Lucas Lodge e depois em Netherfield durante a doença da sua irmã. Depois disso meu único prazer era olhar para você, ouvir você falar, pensar em você, sonhar com você todas as noites.

Minha querida Elizabeth – eu devo ter esperanças que você me irá perdoar pela minha ousadia em chamá-la dessa maneira; mas já que eu escrevi para você tantas cartas que nunca eram para serem lidas, e é de pouca importância para o fogo quão ousadas são as palavras que ele queima, eu tomei essa liberdade muitas vezes para renunciá-la agora, porque o som do seu nome, a aparência dele vindo da minha pena, é um prazer viciante – você não pode imaginar o tormento que eu senti ao deixar Hertfordshire, sabendo que era improvável que eu algum dia fosse vê-la novamente. Eu duvido que eu poderia ter encontrado a determinação para fazer isso por minha própria causa; foi apenas por um senso de dever para com Bingley que eu me forcei a deixar a teia de encanto que você tinha lançado sobre mim. Eu queria poder dizer que a esqueci rapidamente, mas isso seria uma mentira; você era o meu primeiro pensamento na manhã e meu último à noite, e você dançava através dos meus sonhos como uma ninfa da qual eu não podia ter esperanças de escapar, nem eu mesmo desejava. Por um tempo eu achei que isso me levaria a loucura, e eu tinha recém recobrado algum senso de mim mesmo quando deixei Londres para Rosings, apenas para encontrar a própria ninfa no final da minha jornada.

Mesmo um breve tempo na sua companhia foi o suficiente para me colocar mais uma vez no mais grave dos perigos, talvez ainda mais do que eu tinha estado em Hertfordshire, porque eu agora tinha a certeza de que eu não podia escapar de você. Eu tentei com todo meu ser me manter distante, mas um provocador Cupido continuava me jogando no seu caminho – na igreja, onde eu não podia prestar atenção no sermão, já que todas as minhas preces eram para você; quando você jantava em Rosings, e eu sabia que toda as expectativas familiares do mundo não podiam compensar pela alegria que eu recebia sempre que um sorriso tocava os seus lábios. Eu estava perdido antes mesmo de eu começar.

Eu te contaria do meu desejo por você, mas aquelas palavras não são adequadas para os olhos de uma donzela; aquela carta deve ser alimento para o fogo faminto, que não queima tão ferozmente quanto meu amor por você. Eu poderia escrever para você da profundidade da minha irremediável admiração por você e como ela superou todos os meus escrúpulos, mas palavras desse tipo provavelmente seriam tão imperdoáveis
quanto são inesquecíveis. Eu posso apenas te contar da lições que eu aprendi com você, minha querida, amada, Elizabeth; lições do coração, do erro dos meus modos e meu intolerável egoísmo em não considerar as sensibilidades daqueles que eu amo, lições que me fizeram um homem melhor. Elas também me transformaram em um homem que nunca irá esquecer o brilho dos seus belos olhos, a encantadora mudança do seu semblante quando você encontra uma vítima para as suas provocações, a extraordinária luz que você traz ao mais escuro dos cômodos; e eu vou sempre sentir a falta da sua presença quando eu estiver distante de você, mesmo que anos e décadas se passem. Você é uma mulher em um milhão, tanto pela sua honestidade e doçura quanto pela sua beleza e inteligência, e tem sido um privilégio ser um adorador aos seus pés. Á essas memórias eu não iria renunciar por nada, mesmo se elas forem as únicas que eu jamais terei de você.

Agora você vê o que apenas as chamas tinham visto até agora. Eu irei entender completamente se você me tratar como se essa carta nunca tivesse existido; de fato, eu não mereço nada mais, e você não precisa se preocupar que eu irei importuná-la mais. O seu amor é um prêmio que eu não ouso sonhar em obter, um precioso demais para um mero mortal como eu, mas se você encontrar alguma pequena parte de você que está disposta a considerar meu pedido, ou melhor, até mesmo tolerar minha presença ocasional, eu peço que você encontre alguma maneira de tomar piedade de mim e me mostrar o seu perdão por estas palavras. Eu estarei no bosque a cada manhã, meus pensamentos ocupados com você.

Eu irei apenas acrescentar, Deus a abençoe.


Seu, mais do que de mim mesmo,

Fitzwilliam Darcy"

terça-feira, 24 de junho de 2014

Marley & Eu

Algumas coisas na vida são tão bizarras, que só podem ser verdadeiras. Às vezes, é preciso um simples cão, com péssimos modos mas intenções puras, para nos ajudar a ver o essencial. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria… Para um cão, você não precisa de carrões, de grandes casas ou roupas de marca, símbolos de status não significavam nada para ele. Um graveto já está ótimo. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Dê seu coração a ele, e ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas fazem você se sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário? Cada dia, cada hora e cada minuto merecem ser apreciados. Dei-me conta de que talvez ele detivesse o segredo da boa vida, nunca se deter, nunca olhar para trás, viver cada dia com impulso, vivacidade, curiosidade e disposição adolescente. Se pensarmos que somos jovens, então talvez o sejamos, não importa o que diga o passar dos anos. Na vida de um cão, era comum as paredes terem a pintura arranhada, as almofadas se abrirem e os tapetes rasgarem. Como qualquer relacionamento, este tinha seu preço. E acabamos aceitando este preço, em troca da alegria, diversão, proteção e companheirismo que ele nos proporcionava. Poderíamos ter comprado um pequeno iate com o que nós gastamos com nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas, me pergunto: quantos iates ficam esperando junto à porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chance de subir no seu colo ou descer a colina com você em um tobogã, lambendo o seu rosto? Uma pessoa pode aprender muito com um cão, mesmo com um cão maluco como o nosso. Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar casa momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples. E enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidades. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo e, acima de tudo, sobre lealdade incondicional. Nossos animais de estimação têm a vida tão curta, ainda assim, passam a maior parte do tempo esperando que voltemos para casa todos os dias. É impressionante quanto amor e alegria eles trazem para nossas vidas, e quanto nos aproximamos uns dos outros por causa deles. Se eu pudesse fazer algo para você ficar comigo para sempre, eu faria. Você vale mais que muitas pessoas. Te amo apesar de tudo… ou talvez por causa de tudo.Você sempre esteve ao meu lado quando precisei de você. Na vida e na morte, sempre vou amar você. Só quem tem cães pode entender o amor incondicional que eles oferecem e a dor imensa quando eles se vão.


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Entre gregos e romanos – O Filho de Netuno




Livro emprestado da minha amiga Giselle -
Muito obrigado amiga.
Terminei de ler um livro ótimo que conta a estória de semideuses que vivem no século XXI. Esse é o segundo volume da Saga dos “Os Heróis Do Olimpo”. Começa com a chegada de tal semideus que estava querendo salva sua própria vida, sua missão é encontrar a “nova Roma” – um acampamento chamando “acampamento Júpiter”. Esse semideus não tem qualquer informação sobre seu passado ou muito menos de quem é. Acontece que a partir do momento que acompanhamos a estória vemos certas pistas de quem esse herói fora no seu passado, mas fica mais evidente quando em meio ao caos, com uma deusa – Juno – nas costas, as aguas de um rio próximo se manifestam, acabando assim com a vida dos monstros que o perseguiam - filho de Netuno -, mas ele só começa a recobra as lembranças só depois de tomar o sangue desse monstro – um lado do corpo cura, o outro, mata. Mas antes disso acontecer, ele e mais três outros semideuses são recrutados para uma missão suicida para resgatar a morte – Tânatos – que fora aprisionada pela mãe de todos os titãs e arqui-inimiga dos deuses: Gaia, a própria Terra; e resgatar uma águia dourada que fora perdida em uma expedição no Alasca, terra além-deuses e dos monstros mais cruéis de todos, nos anos de 1980. Com Tânatos aprisionada e guardada por um gigante chamado Alcioneu, ninguém pode morrer simplesmente voltam à vida do mesmo jeito que morreu. Ares que aparecera naquela noite reclamando seu filho e dando a ele uma patente de líder da missão, e ninguém iria jamais contestar a vontade de um deus (ainda mais quando ele era deus da guerra). O deus ainda falou que a missão iria acontecer dentro de cinco dias, pois daqui uma semana iria acontecer o festival da Fortuna – deusa da sorte.

O filho do senhor da Guerra, Marte, é o grande e pequeno Frank Zhang. Frank tem descendência asiática por parte da Mãe. A principio a noção que temos desse semideus é que ele é um covarde, mas quando passamos a conhecê-lo melhor vemos que o que ele tem não é covardia é só medo. Ele não quer ser filho de Marte, pois ao seu ver o deus da guerra é um deus mal, mas não é bem assim. Marte é bem mais sofisticado que Ares, sua versão em grego. A família Zhang tem uma estória até mais longa que todos os semideuses. Frank tem o legado de seu primeiro antepassado, isso seria o “dom” de sua família, Periclimeno, o Argonauta, esse familiar foi abençoado por Netuno (isso faz dele o neto de Percy), o “dom” é assume qualquer espécie de animal, isso faz com que Frank também possuía esse poder e o torna uma espécie de metamorfo. E uma curiosidade sobre Frank é que sua vida depende de um graveto meio queimado e quando esse graveto terminar de pegar fogo, Frank morrerá, mas isso não acontece nesse livro. Marte diz que é ele que é o principal, ele é a cola que uni todos os sete.

Então na manhã seguinte eles partiram para a primeira fase: encontra um vidente chamado Fineu que vivi em Portland. Eles encontram Fineu em uma situação um pouco estranha. Esse vidente estava amaldiçoado pelo próprio Jupiter por não controlar a boca e espalhar boatos sobre os deuses que eles não gostavam em nada, então o senhor dos deuses mandou harpias roubarem sua comida. E foi assim que os heróis encontraram-no. Fineu se achava muito esperto por saber de coisas que ninguém mais parecia saber, então propôs um desafio aos semideuses. Que eles achassem uma harpia de penas vermelhas e a trouxessem com vida para ele e em troca o evidente falaria onde o deus morte está mantido refém, acorrentado. Mas quando os jovens heróis acharam a harpia viram que ela era boa e estava faminta. Então o filho de Netuno propôs um desafio: que Fineu escolhesse um vidro com sangue de mostro, eram dois frascos – um curaria o evidente (pois este era cego) e outro o mataria. Fineu em toda a sua perspicácia escolhera um, mas era o errado assim quando o vidente morrera, o filho de Netuno tomara um frasco que curaria a partir dali sua mente, fazendo-o lembrar de quem era. 

Com a localização de Tânatos nas mãos, eles partiram e levaram a harpia que sabia tudo – ela se lembrara de tudo que lera, mesmo que fosse por um breve momento, ainda sim ela se lembraria. Então eles partiram para Seattle com a Ella – a harpia. Seattle? Mas não era Alasca? É. Mas quando o filho do deus dos mares estava no acampamento Júpiter, Reyna – pretora da decima segunda legião, e uma espécie de chefe geral do acampamento – pedira que fossem a Seattle falar com sua irmã Hylla, a rainha das guerreiras amazonas, para que juntem forças contra o exercito de gaia que marchava para o acampamento e que chegariam daqui três dias. Mas como toda amazona que se prese, Hylla de primeiro tenta lutar com os três semideuses, mas ela enfrenta seus próprios demônios e um deles é chamado de Otrera – rainha das amazonas e esposa de marte. Otrera queria seu trono amazona de volta e para isso teria que duela com Hylla e como Tânatos está acorrentado, Otrera não pode morrer. Apesar das amazonas terem uma aversão aos semideuses, Hylla decide por ajuda-los, ainda mais por que tem uma personagem que eu a coloquei nas sombras: Hazel Levesque – filha de plutão, deus do submundo – e como ela é menina Hylla ajuda-a escapar com os seu amigos e ainda entrega para a “joia de Plutão” um cavalo que uma vez tentara domar: Arion, o cavalo mais rápido do mundo.

Agora está na hora de eu falar um pouco sobre essa jovem heroína semideusa, Hazel Levesque. Ela é de Nova Orleans, nascida na década de 1940, e foi morta quando tinha treze anos, ela e a mãe. Com certeza a estória mais triste é dessa menina. Hazel enfrentava a onda racista dos Estados Unidos de 40. A mãe invocou Plutão e de imediato se apaixonara e ele por ela. Ela pedira todas as riquezas do mundo, o deus a alertara que isso poderia ser ruim, mas mesmo assim o fez então Hazel nascera com uma maldição: ela poderia encontrar qualquer metal precioso estando debaixo da terra ou não. todas as pessoas que eram presenteadas com algum metal precioso que Hazel encontrara sofria algum tipo de infortúnio. Então elas – Hazel e Queen Marie (Mãe de Hazel) se mudaram para o Alasca. E ela Hazel descobriu que a mãe estava possuída pelo o espirito de Gaia e estava obrigando Hazel a ressuscitar um de seus filhos Alcioneu. Mas antes que ele tomasse forma Hazel destruíra a caverna onde ela e a mãe fazia o ritual, dando fim à vida das duas. No submundo Hazel abrira mão do Elísio para salvar a mãe do sofrimento eterno dos campos de Punição, então elas seriam direcionadas para os Campos de Asfódelos onde passariam uma eternidade e onde Nico di Angelo a encontraria a traria de volta ao mundo dos mortais. 

Mas voltando já para o resumo. Chegando ao Alasca, eles se deparam com uma espécie de acampamento Júpiter de gelo, lá eles encontram Alcioneu totalmente restaurado, o titã foi derrotado por sua inimiga, Hazel. E também encontraram A Morte, Tânatos, ele é lindo (em minha opinião). Ele é confundido com o cupido (deus dos namorados grego), mas a morte diz que é confundido muito frequentemente com o amor (será mesmo que morte tem muito haver com o amor?). Mas essa é a vez de Frank, pela força do fogo que queima no graveto, ele derrete as corrente congeladas libertando o deus da morte. 
Trecho de quando Tânatos fala sobre amor e morte - Melhor trecho do livro

Nesse meio tempo o filho de netuno que está, agora, com a consciência totalmente recobrada lutava com o exercito de fantasmas de Alcioneu. E claro que ele derrotara o exercito de Ghosts.

De volta ao acampamento graças ao Arion. Lá os três semideuses encontraram o acampamento banhado em caos, lares e fantasmas lutavam em uma luta incorpórea; monstros e semideuses guerreavam como se fosse fim do mundo. Ao ver que os semideuses iriam perder a batalha contra os monstros, os três heróis logo entraram na luta e assim salvaram o dia.

Vencida a guerra, o acampamento ou parte mais importante dele estava reunida em uma assembleia para os relatórios e para o filho de netuno comunicar que os seus amigos do outro acampamento estava a caminho e chegariam daqui algumas horas, até mesmo o pretor desaparecido Jason Grace – filho de Júpiter.

Minha opinião:

Rick Riordan me faz ter fome de seus livros. Sempre deixam seus leitores com um gosto de quero mais. Tem tudo na medida certa: drama, romance, suspense, terror, amor, enfim... Tudo.

Ao contrario do primeiro, esse volume dois não teve muitas cenas de comedia, pois não tinha um personagem comido, o que tem comedia a trama foi o sarcasmo de Percy Jackson – filho de Netuno, mas isso vem desde o ladrão de raios – Saga “Os Olimpianos” – e eu particularmente adoro sarcasmo, acho engraçado.

Em “o filho de Netuno” fica evidente que os maus presságios estão a caminhos pois o humor vai rariando e o livro fica muito obscuro, prova disso e a personagem de Hazel – filho de Plutão. Ela é solitária, triste e forte tudo ao mesmo tempo, apesar da idade (13) é muito mais madura que até mesmo o próprio Percy, ela demonstra isso quando chegar a enfrentar as amazonas em seu prédio e ao domar o indomável veloz cavalo Arion.

Mas também tem medo e hesitação, isso é devido ao Frank – filho de Ares – de todos os personagens, esse é o que eu menos gosto. Apesar de ser forte e ser bom em se metamorfosear em animais, ele é medroso, mas não do tipo covarde, só tem medo e esse tipo de sentimento me irrita. Mas graças ao autor ele vai perdendo o medo e a hesitação ao longo da trama.

Enfim eu adorei a leitura e vou entrar de férias da faculdade e taca o pau (é assim que a gente falar aqui no Ceará) a ler os volumes e escrever os meus também.

domingo, 4 de maio de 2014

A peça – Ao farol (Virginia Woolf)



Terminei de ler o bendito livro da Virginia Woolf, Ao farol. Para quem vai começar a ler deve considerar algumas premissas, como por exemplo, a própria autora e o que ela geralmente escreve. Ela escreve muito sobre o que há por dentro as pessoas e das coisas, o seu cerne (ouso chamar assim) é o cerne de suas pessoas e das pessoas que a rodeiam. Tem também o fator guerras dos sexos, como toda feminista que se prese, Virginia Woolf, tinha uma paixão divina pelo feminino e suas personagens onde tinham seus defeitos e suas qualidades proporcionalmente maximizados, e não admitia que ninguém do outro lado viesse menosprezar o seu poder feminino. Vivia em uma época onde uma sombra negra afligia não só a Europa, mas todo o mundo, a primeira guerra mundial, isso nos leva a ultima premissa: em alguns de seus livros (como é o caso deste) a guerra é um monstro que domina seus personagens e é com ela que eles mudam alguns drasticamente, outros, somente um pouco.
O foco deste texto não é bibliográfico, não focará na autora, e sim nos seu livro. Virginia Woolf colocou nas paginas desse livro o intimo das pessoas, medos, fragilidades, o tempo. O livro se dividiu em três partes, A Janela, O Tempo Passa e Ao Farol.
Meu livro, minha edição. Da L&Pm.
Uma pequena estória do livro. Uma família inglesa abastada composta por mãe, pai, Sra. Ramsay e Sr. Ramsey, e oito filhos e alguns amigos passam um tempo na casa de veraneio dos Ramsey.
A primeira parte do livro é como o primeiro ato, onde os personagens se apresentam para o publico, onde falam um pouco sobre si. Sra. Ramsay (Personagem central) é dona de uma beleza sublime olha pela janela o farol e promete ao filho que se amanhã estiver agradável poderiam ir ao farol. Seu filho, James Ramsey o impiedoso, que está aos seus pés fazendo colagem fica alegre com aquela noticia. Mas seu pai, o Sr. Ramsay, um indiferente filosofo já diz que não poderão ir, pois amanhã choverá. A autora enfatiza a relação dos outros personagens com o Sr. Ramsay, mas ela destaca a relação pai e filho. James odeia o pai mais que tudo poderia mata-lo, poderia passa até mesmo uma pedra pontiaguda em seu pescoço.
E o Sr. Ramsay junto com seus amigos intelectuais, eram os grandes vilões. A autora fala através do livro que como eles são intelectuais, estudiosos, tudo que não corresponde aos seus interesses, jugariam banais. A própria Sra. Ramsay não gostava de um, tinha pena do outro, e desdenhava o outro. E fora do núcleo Ramsay, estava uma pintora no quintal a pintar um quadro que nunca acabaria, a senhorita Lily Briscoe. Ela é uma aspirante a pintora e odeia quando alguém vem espiar sua arte, por considerar não artística. Briscoe amava a Sra. Ramsay e sua realidade, a casa, o James, o seu jardim; mas ela não gosta do Sr. Ramsay, ninguém que não seja de seu circulo de amizades não gosta do Sr. Ramsay.
A noite todos estavam jantando na casa dos Ramsay. É nesse ponto onde conhecemos os sentimentos, os verdadeiros sentimentos dos personagens. Todos estavam se mostrando falsos consigo. Nesse ato que eles encenam. O personagem que mais me chamou a atenção foi um dos amigos do Sr. Ramsay, o senhor Charles Tansley. Seu desejo é de está no quarto, jantar sozinho, mas ao invés disso está no meio de pessoas cujos interesses não correspondem aos seus, sua dissertação é mais importante. Era um homem que vencera sozinho, cujo pai fora um dia pescador, por isso era que todos os chamavam quando o assunto era pesca.
Terminado o janta e suas encenações, todos tomam seus rumos. A Sra. Ramsey vai para o quarto dos filhos, Sr. Ramsay vai para o terraço com Charles Tansley discutir algum assunto de filosofia e o resto dos convidados, propôs Prue a bela (filha mais velha dos Ramsay) de irem a praia apesar de o breu assolar as atmosferas fora da casa. Depois todos voltam e vão para suas respectivas camas.
A melhor parte do livro na minha opinião,
corresponde a segunda parte: o tempo passou
Agora Virginia Woolf termina a primeira parte e entra na segunda, O Tempo Passa. Digamos que esse é a parte mais critica e mais chocante da obra. É nele que vi como o tempo é ruim quando não preservando as coisas. A autoria usa a casa como objeto físico para o autor ver como a coisa funciona. A casa, no seus longos dez anos, deteriora-se, fica velha, feia com a única visitante que era a Sra. McNab, a empregada da casa (uma espécie de caseira), mas a senhora estava tão velha quanto a casa, suas perna já não tinha forças e suas costas há muito não estava ereta.
Nesse meio tempo a guerra assola a Europa (primeira guerra mundial) e com ela a própria morte. Sra. Ramsay morre subitamente ao lado de seu marido; sua filha mais velha, Prue a bela, que casara e engravidara, morrera durante o parto (essa, todos comentaram sobre sua morte ter sido uma lastima por conta da sua beleza); e a ultima morte: Andrew, o filho mais velho, morrera durante a guerra na França. O ato termina todos voltando para a velha casa.
O terceiro e ultimo ato, Ao farol, todos estão mudados o próprio Sr. Ramsay vivia a dizer “não vê como mudados”, isso deixava a, agora, senhora Briscoe nervosa (ele ainda a deixava assim). Enfim, depois de dez anos e um guerra que não era dele, o Sr. Ramsay decide ir ao farol. Mas seus filhos Cam a impetuosa e James o impiedoso, são contra essa ideia, mas eles não têm escolha, pois seu pai depois da morte da esposa estava mais emotivo e teatral que antes, quando ela estava viva.
Enquanto eles vão ao farol, Lily Briscoe fica do mesmo jeito que estivera a dez anos atrás, sentada de frente para uma tela em branco no jardim tentado ter ver para onde o barco ia, o barco que o Sr. Ramsay estava com seus filhos e dois pescadores. O Senhor Carmichael (outro amigo da família. Esse é muito recluso e tem medo de mulheres, por conta do que sua mulher fazia com ele, ela era muito ríspida com ele) estava deitado no gramado ao seu lado entre o sono e um livro.
No barco, Cam e James estão com raiva do pai e resolvem confrontá-lo se ele ficasse muito rude, mas isso só acontece em um momento com Cam (ela fica assustadíssima), isso aumenta o ódio que James sente do pai. Até que o pescador o elogia (James gostou), e depois o Sr. Ramsay também o faz (James ganha o céu. Tudo que o garoto queria desde que era gente era que seu o elogiasse). Eles avistam o farol, uma estrutura dura branca com janela, o Sr. Ramsay o acha banal, seus filhos não se surpreenderam com ele, mas ficaram surpresos com o próprio farol.
Nesse interim Lily Briscoe é atormentada pelo fantasma da Sra. Ramsay. Ela se pega pensando no que a senhora morta pensaria, no que ela falaria, como ela falaria, como ela se vestira para certa ocasiões, como ela se comportaria enfrente a certas pessoas ou situações. Briscoe se dar conta que estava esperando a senhora Ramsay volta a ficar sentada na escada de madeira costurando a meia vermelha de James, mas ela se dar conta de que nunca mais voltaria a vê sua velha amiga de novo. Então ela chora e deixa a tormenta passa. Terminada a tormenta, ela procura o barco do Sr. Ramsay e o encontra entrando em uma nevoa azul, a mesma que rodeava a ilha onde fica o farol. E finalmente Lily Briscoe tem a sua tão querida visão para pintar o seu quadro de dez anos atrás.

Minha opinião:
Quem leu o titulo deve-se está se perguntando por que dei esse titulo. Para mim, nesse livro, Virginia escrevera seus personagens de forma teatrais, todos estavam encenando uma peça onde quem mandava era a solicitude. Os protagonistas viviam por disfarçar certos sentimentos uns dos outros.
E analisarei somente alguns temas, pontos de luz que me interessei. Como, por exemplo, o ódio assassino de James e Sr. Ramsay. Até certo ponto entendo o lado de James, pois como o pai é altamente prepotente e critico com a família, nunca tivera algum afeto do pai isso fez com que o filho nutrisse um ódio por ele, não é bíblico, mas ainda sim tem seu grau de importância. E ainda esse foi o motivo de até a própria mulher não ama-lo mais.
O critico Sr. Ramsay, um filosofo bem sucedido todos sabiam reconhecer bem isso. Todos os estudiosos do mundo queriam ter um pouco da genialidade do Sr. Ramsay, mas ainda sim era rude, indelicado e sem o menor senso de humor para as coisas lindas que sua mulher lhe mostrava. Sua atitude era sempre a mesma: desdenhosa. Mas no final, depois que sua esposa morreu, eu entendi aquele teatro todo que vivia por fazer. Ele só queria ser amado pela esposa e depois que ela morreu, piorou. Creio que se tivesse uma continuação ele teria ficado louco por causa da morte da Sra. Ramsay.
Sobre a beleza da Sr. Ramsay, pois segundo a autoria, era dona de uma beleza angelical. Ela atraia todos os olhares bondosos para si. Uma mulher extremamente gentil e charmosa, totalmente o oposto do marido. Dona de um sorriso contagiante queria ajudar a todos incluindo o recluso senhor Carmichael. Confesso que sua morte me deixou entristecido, mas era necessário para que voltasse de forma espectral.
A senhora Lily Briscoe uma aspirante a pintora que mais me intrigou, pois nunca se casara (não era o que a Sra. Ramsay queria, era sua missão, vivia por fazer suposições sobre o casamento da amiga com um dos amigos de seu marido). Identifico-me com essa personagem por causa do seu medo em demostrar suas artes. Para ela a sua arte não daria certo em uma parede ou em uma galeria e sim em um porão sujo e esquecido pelo tempo. Assim como eu, Briscoe era uma medrosa, mas foi só o amor que sentia pela amiga e sua realidade que fizera ter a sua visão e se pôs a pintar, na ultima pagina. Outra que eu diria que provavelmente ficaria louca se tivesse uma continuação, mas não por que era assombrada pelo fantasma da amiga (pois ela se desprendera dele antes mesmo da estória findar), mas sim pelo próprio medo que sentia sobre suas artes.
 No final eu aprendi que às vezes as pessoas não demostram sentimentos que sentem e isso muitas vezes não as tornam falsas e sim corteses. Virginia Woolf fala sobre uma estrutura que não é feita de tijolos brancos e não tem janelas e muito menos uma luz amarela. Minha teoria é que o farol representa o conhecimento, a ciência, para os personagens por isso James quer ir ver o farol junto da Mãe e seu pai não, mas depois do tempo passar a estória se inverte fazendo com que o pai ainda transtornado com a morte da mulher leve os filhos para ir ao farol. Ele queria recuperar a sua consciência.
Espero ter captado a mensagem do livro e fazer assim jus a minha autora mais celebre. Muito obrigado Virginia Woolf
.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Convencimento - Resumo de Persuasão (Jane Austin)




Uma breve estória. Anne Elliot, aos 20 anos, está perdidamente apaixonada por Frederick Wentworth, de 20 anos. Seja pelo amor ou pelo simples calor do momento, eles decidem-se casar, mas seus planos culminam em seu próprio rompimento. Dois motivos: um, ela é rica e de família arrogante (no livro tem a chamada “a famosa arrogância dos Elliot”); dois, ele é um jovem ordinário aos olhos do Sr. Walter Elliot (baronete e pai de Anne), sem riquezas ou títulos. Sendo assim seu pai não pode aceitar que sua filha caia em uma cilada de casar-se com um homem pobre que não tinha nem o que dar para sua filha mais velha.
Então persuadidos (pai e filha) por uma nova personagem até então secundária, a senhora Lady Russell, a não realizar o casório. Lady Russell exerce grande poder na tomada de decisão na família Elliot. Uma mulher, a meu ver, centrada que tira seus conceitos muito rapidamente antes mesmo do segundo olhar que dar as pessoas ou aos objetos. Mas é graças a ela que o sr. Wentworth e a senhorita Elliot não ficam juntos.
Meu livro.
Sete anos depois os Elliot estão em apuro, problemas financeiro. A verdade é que desde a morte da senhora Elliot, mulher de Walter e mãe de Anne e Mary (irmã mais nova e a mais esnobe e arrogante dos Elliot), o Senhor Elliot vem colocado a sua própria em declínio financeiro. E eles não vêm outra alternativa senão vender sua luxuosa casa em Kellynch Hall e mudarem-se para uma de suas propriedade menores em outro lugar (pois o Sr. Walter não suporta de está perdendo sua fortuna, vender sua querida Kellynch Hall e ainda as outras pessoas saberem disso), para Bath. Mas devo acrescenta que mais uma vez a família Elliot são persuadidos a tal ato, pela caríssima Lady Russell juntamente com outro amigo e advogado da família, senhor Shepherd.
Enquanto o senhor Shepherd arranjava a pessoa para vender Kellynch Hall; Anne antes jovem, linda, cheia de vida; agora pálida magra e o rosto cheio de sardas e se ver indo visitar sua irmã mais nova, Mary, que agora está casada com senhor Charles Musgrove (a quem pretendia casar-se com Anne, mas está não o quisera optou pela irmã) e tem um pequeno herdeiro, William Walter Elliot. Mary é carente, irritante e hipocondríaca e a mais arrogante dos Elliot (depois do pai). Os Musgrove vivem em Uppercross, muito diferente de Somersetshire, o primeiro a autora dar a entender que é bem mais tranquilo e pacifico que o segundo.
Passando alguns dias Anne recebe a noticia de que um Capitão alugara Kellych Hall (seu pai está ainda em contra gosto a essa ideia, pensando que pode dar um jeito no financeiro da família, mas como era para alguém com patente alta na marinha de Londres, ele acabara por se a costumar a ideia). Ao receber tal noticia, Anne, estava desolada, pois sempre amara sua casa e dar toda ela (tanto a propriedade quanto o terrano) para um estranho da marinha fazia com que um gosta amargo crescesse no fundo de sua boca.
O capitão até agora anônimo despertara a curiosidade de todos. Alguns que o conhecia antes como o senhor Shepherd, lhe dera somente os mais altos elogios. Mas antes que este exímio ser aparecer e tomar posse em Kellynch Hall, Anne repara em sua linhagem (dada pelo Advogado) irmão da senhora Croft e irmão do padre Wentworth. Anne sabia quem era a criatura com o capuz negro: seu amor, Frederick.
No primeiro momento Anne se lembra de seu passado e no segundo passa a ter noção que o seu Frederick Wentworth será o novo proprietário de sua amada casa. Outro pensamento enche seu coração de medo: Ela e o, agora Capitão, Wentworth fariam parte do mesmo grupo social, isso quer dizer que eles iriam se encontra muitas vezes. Esse é o grande medo de Anne a principio.
Quando Anne chega a Uppercross se depara com Mary agonizando em doença (que só existia na sua cabeça), vendo a irmã naquele estado (esparramada pelo sofá com o jovem filho em cima de sua barriga), Anne se ver na obrigação divina que cura sua irmã e Mary ao ver a irmã já se sente melhor. Anne sabe que o Capitão Wentworth está em Uppercross, então ela se faz valer-se de desculpas para não sair da casa de sua irmã. Primeiro contara com a conveniente doença do sobrinho, depois inventara inúmeras desculpas para não dar de cara com o Capitão.
Mas no fim acabaram todas as desculpas e tivera que ir a um evento pequeno na casa dos pais de Charles Musgrove, fora quando ela o vira: frio e distante. Frederick, aos olhos de Anne, fazia de tudo para lhe ver triste e não demostrava nenhum afeto para sua parte. Anne recordara que Frederick era ambicioso e muito inteligente, talvez devesse ter sido isso o que fizera daquele modo ou a sua ruptura com Anne.
Mas essa frieza era puro teatro por parte de Frederick, pois ele ainda estava perdidamente apaixonado pela sua Anne Elliot. Ela que agora estava menos magra de rosto e corpo, e mais corada e com menos sardas, vira o seu jovem ambicioso amor juvenil se transformar em um grande Capitão da marinha britânica. E ele vira sua flor tornar-se murcha com o passado do tempo e tornar-se cheia de vida ao seu toque.
Enfim ambos tiveram noção sobre o que sentiam um pelo outro e fizeram aquilo que deveriam fazer a oito anos atrás: casaram-se.
O que era pra ser uma breve estória tornou-se uma grande estória cheia de nuances sobre amor, coerção e perseverança. É disso que trata Jane Austin nesse livro.
Trecho que eu mais gostei do livro

Minha opinião:

Lendo esse livro me fez pensar sobre relacionamento e o tempo que sofrem para poderem se desenrolar. Podem-se passar dez anos, mas se for amor verdadeiro ainda terá a mesma intensidade. E o fato de Anne não querer se casar com 27 anos em 1818 era o marco da revolução feminista, pois a mulheres naquela época não tinha voz e nem vez em um mundo dominado pela testosterona. As mulheres estavam a mercê de homens, seja pai, irmão, cunhado e esposo.
O mais impactante é que ainda estamos enfrentando resquícios desse regime machista. As mulheres ficam em uma posição vulnerável com relação aos homens. E isso é frustrante dos dois lados da moeda. Do lado feminino: as mulheres tem uma mente progressista com relação aos assuntos mundiais (coisa que até dez anos atrás elas tinha receio de fazê-lo); e do lado masculino é bom para os homens demostrar que não vão para frente sem a opinião de uma mulher e demonstrar um pouco de afeto ao poder feminino sempre é bom.