sexta-feira, 20 de junho de 2014

Os 5 estágios da depressão


Identificação



Não há estágios definitivos da depressão, visto que a doença se manifesta de forma diferente em cada indivíduo, de acordo com fatores internos e externos, como sexo, idade ou influências culturais. No entanto, existem algumas similaridades entre características, sintomas ou comportamentos relacionados à depressão que podem ocorrer entre vários indivíduos.

Sentimentos



Uma pessoa sofrendo de depressão grave ou leve pode ter dificuldade em interpretar ou manipular suas reações emocionais. Conforme detalhado em Healthy Holistic Living , essas emoções podem incluir sentimentos de desesperança, falta de confiança, irritabilidade, raiva, medo e tensão/ansiedade. Dependendo da origem ou tipo de depressão, os sentimentos irão variar em gravidade e duração de tempo, período no qual eles vão oprimindo o indivíduo.

Pensamentos



Os pensamentos de uma pessoa deprimida são frequentemente obscuros ou sobrecarregados. Ela pode ter pensamentos de culpa, inutilidade ou de auto-mutilação, um indivíduo também pode experimentar dificuldade de raciocínio, perda de memória ou ter dificuldade em tomar decisões racionais. (Healthy Holistic Living, 2009).

Comportamentos



Alguns comportamentos típicos ou sinais de alerta aparentes de depressão, conforme descrito por Healthy Holistic Living (2009), podem incluir letargia, impulsividade, negligência da higiene pessoal ou aparência, perda de apetite, insônia e uma perda geral da satisfação nos prazeres da vida.

Considerações



Porque não há uma causa única para a depressão, é difícil determinar um ciclo específico relacionado aos comportamentos e às emoções de um indivíduo deprimido. Esses sintomas são meramente generalizações e podem ser indicativos de outros problemas de saúde subjacentes. Tal como acontece com qualquer doença, a depressão deve ser diagnosticada e tratada por um profissional médico. Para saber a sua natureza, é indispensável examinar as causas mentais, emocionais e ambientais, específicas de um indivíduo, diagnosticando, assim, a forma específica da depressão, a fim de planejar uma abordagem individualizada para a cura.

(Fonte: http://www.ehow.com.br/5-estagios-depressao-como_67204/
Nota do ADM: Eu sei que o tema é meio diferente, mas eu achei bem interessante.

Shades Of Cool Lana Del Rey

My baby lives in shades of blue
Blue eyes and jazz and attitude
He lives in California too
He drives a Chevy Malibu

And when he calls
He calls for me and not for you
He lives for love, he loves his drugs
He loves his baby too

But I can't fix him
Can't make him better
And I can't do nothing about
His strange weather

But you are unfixable
I can't break through your world
'Cause you live in shades of cool
Your heart is unbreakable

My baby lives in shades of cool
Blue heart and hands and aptitude
He lives for love, for women too
I'm one of many, one is blue

And when he calls
He calls for me and not for you
He prays for love, he prays for peace
And maybe someone new

But I can't help him
Can't make him better
And I can't do nothing about
His strange weather

'Cause you are unfixable
I can't break through your world
'Cause you live in shades of cool
Your heart is unbreakable

You are unfixable
I can't break through your world
'Cause you live in shades of cool
Your heart is unbreakable

Repetições e um pouco de Linguística Chomskyana



Já pensou quantas vezes falamos as mesmas coisas? E quantas palavras falamos que já foram faladas? E quantas vezes foram ditas? Como estudante de letras tem uma cadeira chamada linguística onde estudamos a linguagem verbal humana – Saussure. E dentre esse campo tem outro subcampo chamando biologia e linguística –gerativismo – estudando por Chomsky (procurem no google) onde fala-se muito sobre como dizemos as palavras, como elas se formam na cabeça (mente) das pessoas e como as aprendemos a dize-las.
Por exemplo, um dos estudos de Chomsky, o pressuposto do inatismo, é que fala que a todos os grupos humanos, todos os lugares e independentes de sua cultura, falam uma língua natural e que o conhecimento da linguagem é uma propriedade humana e não da sua criação do cultural – isso é quer dizer que falamos querendo ou não querendo.
 Outro estudo é que o fato todas as línguas no mundo, existentes, vivas ou mortas tem o mesmo grau de complexidade (basicamente os mesmo números e regras de qualquer outra).
E tem também a rapidez com que uma criança aprende a falar, isso discorre a partir de 18 a 24 meses de vida, mas é claro que a criança tem que está exporta a alguma língua.
 Principalmente quando as pessoas são crianças e ficam exportas a alguma língua é que a repetição de palavras são mais evidentes. São muitos “as” e “os”. Esses são chamados de “input” e “output” – quando as crianças aprendem algumas palavras novas, mas reproduzem de maneira diferente.

Mas deixando a ciências da linguística de lado, quero saber as palavras que mais repetimos na vida. Só nesse texto devo ter repetido a palavras “palavras” umas quatro vezes e só parei para contar agora. Eu tenho um pequeno mecanismo no meu cérebro as vezes manda um sinal invisível para uma outra parte do meu cérebro – responsável pela fala (uma Afasia – falarei em outro texto), de que eu estou falando demais. Mas esse sinal fica mais forte e desgastado quando eu falo muito uma palavra.
Mas estou interessado em saber quais são as palavras que você diz e repete. Seria amor? Fome? Sono? Todas essas palavras são necessidade humanas, então devo entender que tudo que sai das bocas humanas são necessidades humanas? Mas e quanto às palavras? Seria dinheiro? Poder? Gloria? Quais as palavras que mais repetimos na vida?

terça-feira, 17 de junho de 2014

O “pré-“ e o “-pós”




Após pesquisar durante vinte anos sobre o cerne das pessoas, cheguei à conclusão que tudo o que elas sentem não demora tanto para passar quanto a raiva. Podemos sentir amor, felicidade, frustração e até esperança, mas é a raiva o sentimento que mais sentimos. Espere, pense, quando está amando temos raiva porque a pessoa não corresponde, porque está longe ou simplesmente não existe. A mesma coisa acontece quando sentimento felicidade (ou outra qualquer emoção), não pode demonstrar felicidade quando os outros estão tristes e eles não podem ver que está feliz, pois sentiria inveja e ameaçados com suas emoções. Então a raiva é um sentimento “prós” – pós-amor, pós-alegria, pós-frustração e tantos outros sentimentos. E quanto ao ódio? O ódio é como um choque de um raio ou os táquions e depois vem o sentimento “pós”.
Se a raiva é o pós, o medo é o “pré”. As pessoas sentem hesitantes quando uma coisa nova as confronta. Sentem medo por não poderem saltar de paraquedas ou de uma montanha; medo cair quando andamos de bicicleta ou de afunda quando estamos nadando. Mas os medos físicos são mais fáceis de vencer, já os medos psicológicos são o terror para algumas pessoas. Todas as pessoas têm medo de serem esquecidos, serem mais um grão de areia na grande orla marítima da vida; temem perder a visão e a escuridão fazer parte de suas vidas; temem que seus demônios fiquem maiores que eles mesmo e que não reste mais nada para quê lutar ou amar. Enfim o “pré” é o medo e o “pós” é a raiva.
Alguns livros dizem que temos que racionais e menos sentimentais. Para eles quando somos sentimentais nos tornamos quase que automaticamente, vulneráveis. E quando demonstramos alguma emoção que não a razão nos deparamos com uma infinidade de problemas criada por terceiros. Mas ser racional é possível? (outro dia tento responder)

Sombras


Das estrelas
Dos corações
Dos rostos
Dele e Dela

Do universo
Da luz, das trevas
Do longe, do perto
Deixam-me surdas

Rodeiam corpos
Rodeiam almas
Rodeiam olhos
Rodeiam a calma

Brilho da luz
Brilho da inteligência
Brilho da vida
Brilho da morte

Ilumine a lembrança
Ilumine a felicidade
Ilumine a arrogância
Ilumine a maldade

Sombras das coisas boas
Clarão das coisas ruins

Do tudo, do nada
Da minha
Da sua
Do oi
Do tchau

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Entre gregos e romanos – O Filho de Netuno




Livro emprestado da minha amiga Giselle -
Muito obrigado amiga.
Terminei de ler um livro ótimo que conta a estória de semideuses que vivem no século XXI. Esse é o segundo volume da Saga dos “Os Heróis Do Olimpo”. Começa com a chegada de tal semideus que estava querendo salva sua própria vida, sua missão é encontrar a “nova Roma” – um acampamento chamando “acampamento Júpiter”. Esse semideus não tem qualquer informação sobre seu passado ou muito menos de quem é. Acontece que a partir do momento que acompanhamos a estória vemos certas pistas de quem esse herói fora no seu passado, mas fica mais evidente quando em meio ao caos, com uma deusa – Juno – nas costas, as aguas de um rio próximo se manifestam, acabando assim com a vida dos monstros que o perseguiam - filho de Netuno -, mas ele só começa a recobra as lembranças só depois de tomar o sangue desse monstro – um lado do corpo cura, o outro, mata. Mas antes disso acontecer, ele e mais três outros semideuses são recrutados para uma missão suicida para resgatar a morte – Tânatos – que fora aprisionada pela mãe de todos os titãs e arqui-inimiga dos deuses: Gaia, a própria Terra; e resgatar uma águia dourada que fora perdida em uma expedição no Alasca, terra além-deuses e dos monstros mais cruéis de todos, nos anos de 1980. Com Tânatos aprisionada e guardada por um gigante chamado Alcioneu, ninguém pode morrer simplesmente voltam à vida do mesmo jeito que morreu. Ares que aparecera naquela noite reclamando seu filho e dando a ele uma patente de líder da missão, e ninguém iria jamais contestar a vontade de um deus (ainda mais quando ele era deus da guerra). O deus ainda falou que a missão iria acontecer dentro de cinco dias, pois daqui uma semana iria acontecer o festival da Fortuna – deusa da sorte.

O filho do senhor da Guerra, Marte, é o grande e pequeno Frank Zhang. Frank tem descendência asiática por parte da Mãe. A principio a noção que temos desse semideus é que ele é um covarde, mas quando passamos a conhecê-lo melhor vemos que o que ele tem não é covardia é só medo. Ele não quer ser filho de Marte, pois ao seu ver o deus da guerra é um deus mal, mas não é bem assim. Marte é bem mais sofisticado que Ares, sua versão em grego. A família Zhang tem uma estória até mais longa que todos os semideuses. Frank tem o legado de seu primeiro antepassado, isso seria o “dom” de sua família, Periclimeno, o Argonauta, esse familiar foi abençoado por Netuno (isso faz dele o neto de Percy), o “dom” é assume qualquer espécie de animal, isso faz com que Frank também possuía esse poder e o torna uma espécie de metamorfo. E uma curiosidade sobre Frank é que sua vida depende de um graveto meio queimado e quando esse graveto terminar de pegar fogo, Frank morrerá, mas isso não acontece nesse livro. Marte diz que é ele que é o principal, ele é a cola que uni todos os sete.

Então na manhã seguinte eles partiram para a primeira fase: encontra um vidente chamado Fineu que vivi em Portland. Eles encontram Fineu em uma situação um pouco estranha. Esse vidente estava amaldiçoado pelo próprio Jupiter por não controlar a boca e espalhar boatos sobre os deuses que eles não gostavam em nada, então o senhor dos deuses mandou harpias roubarem sua comida. E foi assim que os heróis encontraram-no. Fineu se achava muito esperto por saber de coisas que ninguém mais parecia saber, então propôs um desafio aos semideuses. Que eles achassem uma harpia de penas vermelhas e a trouxessem com vida para ele e em troca o evidente falaria onde o deus morte está mantido refém, acorrentado. Mas quando os jovens heróis acharam a harpia viram que ela era boa e estava faminta. Então o filho de Netuno propôs um desafio: que Fineu escolhesse um vidro com sangue de mostro, eram dois frascos – um curaria o evidente (pois este era cego) e outro o mataria. Fineu em toda a sua perspicácia escolhera um, mas era o errado assim quando o vidente morrera, o filho de Netuno tomara um frasco que curaria a partir dali sua mente, fazendo-o lembrar de quem era. 

Com a localização de Tânatos nas mãos, eles partiram e levaram a harpia que sabia tudo – ela se lembrara de tudo que lera, mesmo que fosse por um breve momento, ainda sim ela se lembraria. Então eles partiram para Seattle com a Ella – a harpia. Seattle? Mas não era Alasca? É. Mas quando o filho do deus dos mares estava no acampamento Júpiter, Reyna – pretora da decima segunda legião, e uma espécie de chefe geral do acampamento – pedira que fossem a Seattle falar com sua irmã Hylla, a rainha das guerreiras amazonas, para que juntem forças contra o exercito de gaia que marchava para o acampamento e que chegariam daqui três dias. Mas como toda amazona que se prese, Hylla de primeiro tenta lutar com os três semideuses, mas ela enfrenta seus próprios demônios e um deles é chamado de Otrera – rainha das amazonas e esposa de marte. Otrera queria seu trono amazona de volta e para isso teria que duela com Hylla e como Tânatos está acorrentado, Otrera não pode morrer. Apesar das amazonas terem uma aversão aos semideuses, Hylla decide por ajuda-los, ainda mais por que tem uma personagem que eu a coloquei nas sombras: Hazel Levesque – filha de plutão, deus do submundo – e como ela é menina Hylla ajuda-a escapar com os seu amigos e ainda entrega para a “joia de Plutão” um cavalo que uma vez tentara domar: Arion, o cavalo mais rápido do mundo.

Agora está na hora de eu falar um pouco sobre essa jovem heroína semideusa, Hazel Levesque. Ela é de Nova Orleans, nascida na década de 1940, e foi morta quando tinha treze anos, ela e a mãe. Com certeza a estória mais triste é dessa menina. Hazel enfrentava a onda racista dos Estados Unidos de 40. A mãe invocou Plutão e de imediato se apaixonara e ele por ela. Ela pedira todas as riquezas do mundo, o deus a alertara que isso poderia ser ruim, mas mesmo assim o fez então Hazel nascera com uma maldição: ela poderia encontrar qualquer metal precioso estando debaixo da terra ou não. todas as pessoas que eram presenteadas com algum metal precioso que Hazel encontrara sofria algum tipo de infortúnio. Então elas – Hazel e Queen Marie (Mãe de Hazel) se mudaram para o Alasca. E ela Hazel descobriu que a mãe estava possuída pelo o espirito de Gaia e estava obrigando Hazel a ressuscitar um de seus filhos Alcioneu. Mas antes que ele tomasse forma Hazel destruíra a caverna onde ela e a mãe fazia o ritual, dando fim à vida das duas. No submundo Hazel abrira mão do Elísio para salvar a mãe do sofrimento eterno dos campos de Punição, então elas seriam direcionadas para os Campos de Asfódelos onde passariam uma eternidade e onde Nico di Angelo a encontraria a traria de volta ao mundo dos mortais. 

Mas voltando já para o resumo. Chegando ao Alasca, eles se deparam com uma espécie de acampamento Júpiter de gelo, lá eles encontram Alcioneu totalmente restaurado, o titã foi derrotado por sua inimiga, Hazel. E também encontraram A Morte, Tânatos, ele é lindo (em minha opinião). Ele é confundido com o cupido (deus dos namorados grego), mas a morte diz que é confundido muito frequentemente com o amor (será mesmo que morte tem muito haver com o amor?). Mas essa é a vez de Frank, pela força do fogo que queima no graveto, ele derrete as corrente congeladas libertando o deus da morte. 
Trecho de quando Tânatos fala sobre amor e morte - Melhor trecho do livro

Nesse meio tempo o filho de netuno que está, agora, com a consciência totalmente recobrada lutava com o exercito de fantasmas de Alcioneu. E claro que ele derrotara o exercito de Ghosts.

De volta ao acampamento graças ao Arion. Lá os três semideuses encontraram o acampamento banhado em caos, lares e fantasmas lutavam em uma luta incorpórea; monstros e semideuses guerreavam como se fosse fim do mundo. Ao ver que os semideuses iriam perder a batalha contra os monstros, os três heróis logo entraram na luta e assim salvaram o dia.

Vencida a guerra, o acampamento ou parte mais importante dele estava reunida em uma assembleia para os relatórios e para o filho de netuno comunicar que os seus amigos do outro acampamento estava a caminho e chegariam daqui algumas horas, até mesmo o pretor desaparecido Jason Grace – filho de Júpiter.

Minha opinião:

Rick Riordan me faz ter fome de seus livros. Sempre deixam seus leitores com um gosto de quero mais. Tem tudo na medida certa: drama, romance, suspense, terror, amor, enfim... Tudo.

Ao contrario do primeiro, esse volume dois não teve muitas cenas de comedia, pois não tinha um personagem comido, o que tem comedia a trama foi o sarcasmo de Percy Jackson – filho de Netuno, mas isso vem desde o ladrão de raios – Saga “Os Olimpianos” – e eu particularmente adoro sarcasmo, acho engraçado.

Em “o filho de Netuno” fica evidente que os maus presságios estão a caminhos pois o humor vai rariando e o livro fica muito obscuro, prova disso e a personagem de Hazel – filho de Plutão. Ela é solitária, triste e forte tudo ao mesmo tempo, apesar da idade (13) é muito mais madura que até mesmo o próprio Percy, ela demonstra isso quando chegar a enfrentar as amazonas em seu prédio e ao domar o indomável veloz cavalo Arion.

Mas também tem medo e hesitação, isso é devido ao Frank – filho de Ares – de todos os personagens, esse é o que eu menos gosto. Apesar de ser forte e ser bom em se metamorfosear em animais, ele é medroso, mas não do tipo covarde, só tem medo e esse tipo de sentimento me irrita. Mas graças ao autor ele vai perdendo o medo e a hesitação ao longo da trama.

Enfim eu adorei a leitura e vou entrar de férias da faculdade e taca o pau (é assim que a gente falar aqui no Ceará) a ler os volumes e escrever os meus também.