segunda-feira, 7 de abril de 2014

Neutralidade



Ontem debati com dois amigos filósofos e estudiosos (matemático e arquiteta, respectivamente) sobre o sentimento de neutralidade que as pessoas possuem ou não possuem.



O matemático com toda sua sabedoria em números, disse: a neutralidade não existe, pois quando uma pessoa é envolvida em uma situação que exige sua opinião, sua posição, ela resolverá se manifesta. E a manifestação não é um ato neutro.




A arquiteta com seus dotes geométricos, concordara: muito certamente, caro amigo matemático. Então estais dizendo que a neutralidade por si não existe, pois toda ação é uma opinião de sim ou não; bem ou mal; de certo ou errado. Concordo contigo, meu caro.




E eu em toda minha linguagem, interrogara-os: Mas uma pessoa pode escolher não fazer nada. Isso não é uma decisão neutra?




O amigo matemático, respondeu-me: Mas esse já é um ato. Ela escolhera, escolhera não fazer nada.




Eu, linguista, ponderei-me: Mas a decisão é uma coisa arbitrária, sim?




A amiga, arquiteta, disse-me: O princípio da decisão arbitrária é que o indivíduo em toda sua mentalidade ordinária, pode pesar os prós e os contras em uma decisão tomada.




O matemático completou: Somente é claro quando a situação envolve o próprio indivíduo. Quando não este pode simplesmente ignorar, mas ainda sim é uma decisão arbitrária e não uma decisão neutra.




O linguista concluiu o pensamento: Então meus caro amigos, vocês estão certos. A neutralidade de fato não existe uma vez que todo indivíduo se vê na obrigação de está sempre no comando das cosias. Pensando que tudo pode depender de suas decisões.
(desse rio rolara muitas aguas. o matemático filosofo e a arquiteta filosofa existem e são meus melhores amigos. Essa estoria é da minha visão, por isso peço amigos depois de ler não me crucifiquem) 

domingo, 30 de março de 2014

Lorde - Team

Wait 'til you’re announced
We’ve not yet lost all our graces
The hounds will stay in chains
Look upon your greatness and she'll send

The call out, send the call out
Call all the ladies out
They’re in their finery
A hundred jewels on throats
A hundred jewels between teeth
Now bring my boys in
Their skin in craters like the moon
The moon, we love like a brother
While he glows through the room

Dancin' around the lies we tell
Dancin' around big eyes as well
Even the comatose, they don’t dance and tell

We live in cities you'll never see on screen
Not very pretty, but we sure know how to run free
Living in ruins of a palace within my dreams
And you know, we're on each other's team

I'm kind of over getting told to throw my hands up in the air
So there

So all the cups got broke
Shards beneath our feet
But it wasn’t my fault
And everyone’s competing
For a love they won't receive
'Cause what this palace wants is release

We live in cities you'll never see on screen
Not very pretty, but we sure know how to run free
Living in ruins of a palace within my dreams
And you know, we're on each other's team

I’m kind of over getting told to throw my hands up in the air
So there
I’m kinda older than I was when I revelled without a care
So there

We live in cities you'll never see on screen
Not very pretty, but we sure know how to run free
Living in ruins of a palace within my dreams
And you know, we're on each other's team
We're on each other's team

And you know, we're on each other's team
We're on each other's team
And you know, and you know, and you know

– Efeito borboleta



Se pudesse olhar o seu passado e todas as coisas que fizera, o que estaria lá? Acertos? Erros? Amores? Ódio? Se pudesse mudar uma coisa, o que você mudaria? Eu escolheria não ter feito às amizades que eu fiz. Olhando para trás sinto um enorme arrependimento: dar valor a uma pessoa que não merecia. Mas digamos que por um segundo ou que por um milésimo dele consiga mudar nem que seja um passo em falso. O que esse passo em falso mudaria no presente ou no futuro próximo? Levando em consideração que foi esse passo em falso que me possibilitou andar direito sem tombos ou tropeços. A verdade é que o passado e o futuro não podem ser mudados, tenho minhas suspeitas perante o presente (mas não falarei desse tal presente agora). Pois o que aconteceu, aconteceu e o que acontecerá, acontecerá querendo ou não querendo.


Mais uma verdade se pensar no que fez ou no que irá fazer, o primeiro deixará você envergonhado ou com aborrecido; o segundo deixará você triste ou desmotivado. Mas tem aqueles que são mais positivos consigo em relação a seus futuros. O fato é que eu tenho medo desse tal futuro. O que fazer quando se tem medo de uma coisa que não existir? (responderei isso na próxima postagem).

segunda-feira, 17 de março de 2014

Brilho na escuridão




Passamos pela vida tendo vários medos, todos tem seu próprio tempo e sua própria época. Como quando somos crianças e temos medo de bicho-papão que se esconde debaixo da nossa cama ou do monstro que está no armário. E quando jovens temos medo do primeiro beijo ou de está na moda. Adultos temos medos de adultos, como ter medo do chefe no trabalho ou de nunca casarmos. Mas poucas ou muitas pessoas sabem é que como o medo se transforma, não estou falando de transformar a pessoa que sente, mas o medo em si. Podemos dizer que o monstro bicho-papão é o nosso chefe.
Podemos dizer que ainda temos medo do escuro. Mas não é do escuro que temos medo, pois a escuridão é a representação física do nosso medo, o que nos amedronta é o que vemos no escuro. Pois são na grande tela negra onde os nossos medos são mais fortes.  E quando eles aparecem da pior maneira possível é que ficamos apavorados e corremos para longe para poder encontrar uma receita “de bolo” que faça com que não tenhamos medo do escuro. A receita é simples, se não quiser ter medo, é só acender uma luz. Mas não uma lâmpada, e sim luz, pois a lâmpada elétrica é a representação física e isso não aliviará nosso medo. A luz que estou falando é vem do nosso brilho próprio, da nossa própria alma. É nela que se encontra o nosso brilho. Se todas as pessoas tivessem noção do brilho que tem o mundo seria mais iluminado.

domingo, 12 de janeiro de 2014

Noite



Noite – porque eu gosto tanto? Porque é quando escureci que meus defeitos somem e torno-me só mais uma silhueta negra e sombria, fico feliz por, de noite, ninguém ficar me olhando como se eu fosse uma aberração. É na noite que me camuflo, posso fecha meus olhos e abrir os braços e sentir toda a ira sumir, toma a mentiras se desvencilharem e me sinto perfeito.