Tesouro estável, templo de Minerva, / Massa de calma e nítida reserva, / Água franzida, olho que em ti escondes / Tanto de sono sob um véu de chama, / — Ó meu silêncio!… Um edifício na alma, / Cume dourado de mil, telhas, teto!(trecho do poema O Cemitério Marinho de Paul Valéry)